Todo ano, o Dia Internacional da Mulher, comemorado sempre no dia 8 de março, nos lembra sobre a importância de celebrar as conquistas e as vitórias alcançadas por elas ao longo do tempo. Seja no mercado de trabalho, na política ou no campo social, os desafios superados pelas mulheres seguem inspirando gerações. No setor do saneamento, elas conquistaram seus lugares com competência, determinação e força. A seguir, compartilhamos as histórias de quatro colaboradoras que, diariamente, levam mais qualidade de vida para a população através de seus respectivos trabalhos.
Para garantir uma distribuição de água regular e de qualidade para a população, a Rio+Saneamento investe em uma série de obras dentro de sua área de atendimento. Nos municípios de Itaguaí e Seropédica, na Região Metropolitana, e na Área de Planejamento 5 (AP-5), na Zona Oeste carioca, a responsável por acompanhar a execução desses trabalhos, faça chuva ou faça sol, é a engenheira Patrícia Pereira. Diariamente, ela, que atua como coordenadora de Obras desde o início das operações da empresa, em 2022, visita os canteiros para garantir que tudo seja entregue da melhor maneira e dentro dos prazos fixados.
Coordenar o setor de obras, área por muitos anos associada ao gênero masculino, é motivo de comemoração para Patrícia. “Quando eu estudei engenharia, eram cinco mulheres em uma turma só de homens. Éramos vistas como o sexo frágil. Conseguimos, ao longo dos anos, mostrar que temos capacidade, que a mulher pode, sim, ocupar os espaços que antigamente eram exclusivos dos homens. E fazer a sociedade entender que não estamos ali para competir, mas para contribuir, para somar”, explica a coordenadora.
Jamila Aquini é a primeira mulher a assumir o cargo de gerente operacional regional na concessionária. Atua na regional Norte Fluminense, onde é responsável pela manutenção e operação de quatro municípios, além da gestão de pessoas, análise de indicadores e metas contratuais e relacionamento com entidades fiscalizadoras.
A gerente afirma que a presença feminina impacta em bons resultados para a concessionária. “As mulheres tornam os ambientes corporativos mais acolhedores e deixam os colaboradores mais seguros para exporem suas ideias e a criatividade, o que contribui positivamente para a empresa”, ressalta Jamila, que iniciou a carreira no Grupo Águas do Brasil há 12 anos como trainee e logo passou a ocupar cargos de liderança.
Outra colaboradora que faz parte desse time é Ana Carolina da Conceição Rodrigues, que atua como analista de perdas em Rio das Ostras, na regional Serra Lagos. Hoje ela cuida do setor de combate a perdas de água. Para Carol, é um trabalho desafiador, pois trata-se de um setor prioritário para a empresa e de grande importância para o desenvolvimento do saneamento.
Seu trabalho está centralizado no suporte interno e externo da área de perdas. Ela acompanha tudo junto ao time do backoffice, que faz a programação e apropriação dos serviços, dando o suporte necessário para a equipe de campo. Ana ressalta que se sente grata por representar a base de mulheres que ganham cada vez mais espaço no segmento. “Como mulher, nem sempre é fácil conciliar a rotina das atividades de casa com o trabalho, mas resumo isso em duas palavras: força e resistência. Ter representatividade para ocupar estes espaços é fundamental, pois cada dia é um desafio novo”, conclui a analista.
Na regional Metropolitana, Daiane Valim atua como coordenadora operacional da Rio+Saneamento. Dos sete municípios que a regional atende, ela é responsável pelas cidades de Paracambi e Vassouras.
Sua função envolve coordenar as operações relativas ao tratamento de água e efluentes, supervisionando e controlando atividades como captação, produção, qualidade e distribuição de água, além do tratamento de esgoto. Seu objetivo é garantir a eficiência operacional dos sistemas, respeitando metas, normas, prazos, custos e padrões de qualidade.
O número de mulheres, segundo Daiane, vem crescendo gradativamente dentro do saneamento, o que comprova, ainda de acordo com ela, que competência supera a distinção de gênero. “Existem poucas mulheres em cargos de liderança, devido a cultura e os estereótipos criados ao longo da história. Estar aqui é quebrar paradigmas. Isso ajuda mulheres a se verem em cargos de comando, tendo liberdade para mostrar sua competência”, finaliza.
Parabéns a todas as mulheres que nos acompanham nessa jornada!