A Rio+Saneamento participou de um debate sobre sustentabilidade promovido durante o I Congresso em Montagem Industrial, na Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói. Nelson Carvalho, superintendente de Sustentabilidade da concessionária, apresentou as principais ações em desenvolvimento na área e as metas da companhia para garantir o uso consciente dos recursos naturais.
O combate a perdas de água durante o processo de distribuição foi citado como uma das principais metas da companhia nos 18 municípios fluminenses sob concessão. Criado no Grupo Águas do Brasil, o programa Água de Valor, voltado à redução de perdas de água reais e aparentes, segue seu caminho de expansão na Rio+Saneamento. Atualmente, há equipes em atuação nos municípios de Itaguaí, na Região Metropolitana, e Rio das Ostras, na Região dos Lagos.
Para exemplificar os efeitos da redução de perdas de água no meio ambiente, o superintendente detalhou o trabalho desenvolvido pela concessionária Águas de Niterói naquele município.
“Quando a operação da concessionária iniciou no fim da década de 1990 eram necessários 1,8 mil litros por segundo para abastecer a cidade de Niterói, que, à época, tinha uma população menor. Além disso, a Região Oceânica não recebia água. Hoje, com a mesma quantidade de água, abastecemos cerca de 100 mil pessoas a mais, além da Região Oceânica. Isso mostra que o Grupo opera os recursos hídricos com consciência e atua fortemente no combate a perdas de água”, destacou.
Também foram citados os esforços da companhia para a ampliação das redes de tratamento de esgoto dos municípios de Paracambi, Seropédica, Itaguaí, Rio Claro, Piraí e Vassouras. Com isso, deixará de ser despejado um volume diário de 44 milhões de litros de esgoto em 5 anos, o equivalente a 18 piscinas olímpicas.
Os participantes também puderam conhecer detalhes das ações da concessionária para garantir a descarbonizar as operações. O projeto inclui a contratação de duas usinas solares e a compra de energia no mercado livre. Com estas ações, a Rio+Saneamento terá, já em 2024, aproximadamente 96% do seu consumo de energia proveniente de fontes de energia limpa.
Com mediação da professora da Escola de Engenharia da UFF, Anna Virgínia Machado, o debate contou também com a participação dos professores André Salomão (UERJ) e André Young (UFF), além do engenheiro de produção Diego Prata (UFF).
