A Rio+Saneamento esteve presente na 8ª edição da Conferência Cidades Verdes, promovida pelo Instituto Onda Azul, cujas discussões giraram em torno do futuro da água e da energia em cidades sustentáveis. Leonardo Righetto, presidente da concessionária, foi um dos convidados do painel “Gestão integrada dos recursos hídricos”. O uso adequado da água por parte de diferentes setores e as ações em desenvolvimento para garantir o acesso da população à universalização do saneamento básico foram alguns dos pontos destacados pelos participantes.
Mediado pelo jornalista Danilo Maeda, o painel também contou com a participação de Ana Asti, subsecretária de Recursos Hídricos e Sustentabilidade do Estado do Rio de Janeiro; Daniel Okumura, diretor de Saneamento e Grande Operação da Cedae; Estela Neves, professora do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Desenvolvimento da UFRJ; e José de Arimatéia, professor do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) e Diretor do Comitê de Bacias do Médio Paraíba do Sul.
Righetto citou as contribuições da concessionária para garantir a segurança hídrica no estado do Rio e detalhou o programa Água de Valor, cujo objetivo é reduzir perdas de água reais e aparentes. Com um histórico de sucesso dentro do Grupo Águas do Brasil, a iniciativa já vem sendo implementada na Rio+Saneamento através dos municípios de Itaguaí, na Região Metropolitana, e Rio das Ostras, na Região dos Lagos. Em breve, as ações iniciam na Zona Oeste do Rio.

“Nós dividimos o combate a perdas em ações estruturantes e de combate. Na região da Área de Planejamento 5 (AP5), onde atuamos na capital, são 1,8 milhão de habitantes. Isso equivale em termos de território à metade da cidade do Rio. Por lá, já temos mais de 30 setores de abastecimento definidos no nosso programa e já iniciaremos as ações de combate em 2024”, explicou Righetto.
Durante a apresentação, o presidente da Rio+Saneamento citou as melhorias observadas no meio ambiente após o início do funcionamento da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) da cidade de Carapebus, no Norte Fluminense. Com a operação, segundo os moradores, o Córrego da Maricota, que corta o Centro da cidade, ganhou aspecto mais limpo, o que possibilitou novamente a presença de peixes e aves. Um vídeo com os animais no local foi apresentado.
Os demais convidados do painel aproveitaram para destacar a importância das ações que vêm sendo desenvolvidas para melhorar a qualidade ambiental das bacias hidrográficas do estado do Rio. Crises hídricas e ambientais que ocorrem atualmente a nível internacional também foram lembradas, seguidas de um importante chamado de conscientização por parte dos participantes.
