A Rio+Saneamento esteve presente no Seminário de Integração promovido pelo Comitê Guandu-RJ, no Espaço Manancial, sede da Cedae, no Centro do Rio. O encontro teve como objetivo fortalecer a participação colaborativa e conectar representantes da sociedade civil, do poder público e usuários de recursos hídricos no desenvolvimento de propostas para aumentar a segurança hídrica.

A programação incluiu palestras, rodada de debates e o compartilhamento de experiências entre os presentes. Algumas ações em desenvolvimento pelo Comitê, bem como as futuras, também foram compartilhadas.

Para Nelson Cardoso, superintendente de Sustentabilidade da Rio+Saneamento, além de reforçar o compromisso com o meio ambiente, o seminário apontou a importância da sinergia entre os membros do Comitê para o pleno desenvolvimento das ações.

“Como membro titular do Comitê, a Rio+Saneamento entende como essencial a participação e o estreitamento do relacionamento com os demais participantes. Juntos, devemos ter em mente a necessidade de seguir no caminho da preservação dos mananciais presentes nas bacias hidrográficas. Como operadores de saneamento damos importância para a atuação em sinergia para potencializar as ações e projetos”, destaca o superintendente.

 

Programação inspiradora 

O Seminário de Integração contou com palestrantes como Moema Versiani, gerente de Instrumentos de Recursos Hídricos e Governança das Águas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea); Frank Pavan, engenheiro ambiental do Inea; e André Marques, diretor executivo da AGEVAP.

Depois de uma apresentação de cada participante, aconteceu um debate sobre: “A Gestão das Águas no Estado do Rio de Janeiro e na Região Hidrográfica II”. Cada membro mostrou a experiência pessoal com a bacia do Guandu e com as ações dos municípios que fazem parte da Região Hidrográfica II.

O evento foi o primeiro de uma série de ações que serão feitas para integrar todos os membros do colegiado. Para Mayná Coutinho, diretora-geral do Comitê e engenheira ambiental especialista de recursos hídricos da CEDAE, as agendas são importantes para garantir que o grupo tenha discussões e decisões fundamentadas.

“Tudo isso precisa estar integrado, por isso, que fizemos o Seminário, para que nós façamos o nosso trabalho bem feito enquanto Comitê de bacia, que é ter água limpa e abundante para todos”, afirmou Mayná.